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O livro Das Überheil está na pauta.

Uni-duni-tê

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Por Lorena Moura

Depois de muito tempo sem postar nenhuma resenha sobre um livro policial, eis que volto com uma obra intrigante e contagiante, “Uni-duni-tê”, da Editora Record. O enredo é o seguinte: um serial killer criou um jogo onde duas pessoas são submetidas a uma situação extrema, é que o assassino deixa suas vítimas em algum lugar isolado do mundo, e elas não recebem água e nem comida, e depois de dias de exaustão, acabam optando por morrer ou tirar a vida da pessoa ao lado, porque apenas um pode sobreviver. O livro começa quando Amy e Sam, um jovem casal, acordam sem saber onde estão e logo descobrem que foram dopados, capturados, presos e claro, privados de água e comida. É aí, que um celular toca com uma mensagem que diz que no chão há uma arma, carregada com uma única bala. Juntos, eles precisam decidir quem vai morrer e quem vai sobreviver.

Outros casos irão aparecer e caberá a detetive Helen Grace, correr contra o tempo para descobrir a identidade assassino. E claro que como em todo bom romance policial, a policial sempre está em guerra consigo mesma, e nesse livro não seria diferente, Helen será obrigada a encarar e enfrentar seus próprios demônios. Mas diferente de muitos livros, nesse a personalidade do policial é muito bem construída. Acompanhamos suas dúvidas, medos e angústias bem de perto, é como se ela realmente existisse. E tudo ficará ainda mais tenso quando Helen Grace descobrir que a chave para resolver os casos está ligada aos sobreviventes. É aí que começa aquela velha correria contra o tempo antes que mais pessoas inocentes morram.

Logo quando li a sinopse do livro, fiquei achando que seria mais uma obra no estilo de Jogos Mortais, mas para minha grata surpresa não foi. Totalmente diferente, bem melhor, eu diria. O livro é de ritmo veloz, porque o autor M. J. Arlidge, soube construir de forma brilhante seus personagens e também o emaranhado que os ligam. É como se você ficasse refém do livro e tivesse que ler ele todo o mais rápido possível.

A questão psicológica construída aqui é de tirar o chapéu, fazia tempo que eu não lia um livro policial que me surpreendesse no final. Outro ponto que chama a atenção é o limite que o ser humano pode alcançar e como ele vai se denegrindo. A obra é contada em terceira pessoa e conta com os depoimentos de Helen e de muitos outros personagens, assim como a visão do assassino, que me surpreendeu muito por sinal. Recomendo esse livro para quem assim como eu, é fã de um bom romance policial. Boa leitura!

 

Lorena Moura-Jornalista

lorenamoura87@gmail.com

O quadro não vai morrer como tantos prenunciaram

Por Clodoaldo Turcato (Artista plástico, escritor e jornalista)

A discussão em torno da antiarte e do “fim da arte” diz respeito à eliminação ou destruição do quadro como suporte da pintura. Por sua vez, o que se convencionou chamar de Objeto pretendeu ser uma alternativa ao quadro e mesmo uma solução adequada à questão que levaria à sua destruição: a eliminação do espaço fictício – ou virtual ou figurado – da pintura. Saiu-se do terreno da representação para o da apresentação. Ou seja, deixou-se de utilizar uma linguagem preexistente para tentar expressar-se Sem linguagem: cada obra fundaria sua própria linguagem. E é precisamente esse o problema que nos interessa discutir aqui.

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No âmbito da arte ocidental contemporânea, o objeto surge de três vertentes: O papiercoffé cubista, o ready-made de Duchamp e o ObjettrouVé é surrealista. As duas primeiras vertentes têm em comum o implícito descrédito da pintura como expressão artesanal. De fato, quando Picasso em 1911 cola, em uma natureza morta, um selo de correio, de verdade, sobre a reprodução de um envelope de carta, ele está afirmando que nem tudo o que se põe num quadro precisa ser “pintado” pelo pintor. Assim, Braque no ano seguinte usará papel de parede imitando madeira para figurar mesas, guitarras. O passo seguinte e inevitável é eles usarem o papel colado não mais como imitação dos objetos, mas já como textura independente da alusão figurativa; por exemplo: a forma de uma guitarra é feita agora com recorte de jornal ou papel de embrulho. E, se posso colar no quadro recortes de papel como texturas, por que não lançar mão de outros materiais como areia, pregos, barbantes? Desse modo, os quadros característicos do cubismo sintético não são propriamente pintura nem são propriamente quadros, mas um novo tipo de objeto que começa a nascer da pintura. Essas inovações cubistas tiveram outro desdobramento nas obras do dadaísta Kurt Schwitters, que, partindo de Colagens, chega a quadros-objeto e depois ao famoso Merzbau, certamente a primeira instalação. Trata-se de uma espécie de a Chitecture-Collé, que se expande dentro da casa do artista, obrigando-o a furar o piso do andar superior a fim de não lhe interromper o crescimento. Todos os dias, Schwitters volta da rua com novos elementos para acrescentar à sua obra: hastes de metal, pedaços de espelho, rodas, telhas, a que adiciona retratos de família, cromos, etc. A vertente duchampiana, filha das experiências cubistas, surge em 1917, com o urinol-fonte que Duchamp envia à exposição da Sociedade dos Independentes. O ready-made é um passo adiante na direção do abandono do quadro (e da linguagem escultórica também) porque propõe não apenas, como os cubistas, que o quadro se faça com a adoção de elementos já prontos: propõe a substituição do trabalho do artista pela pura e simples apropriação de objetos industriais. Com isso, Duchamp “afirma” que a obra de arte não depende do trabalho do artista, não necessita ser fruto dele, e o artista, por Sua vez, já não será um artesão, mas um projetista, um inventor, um puro intelectual. O objettrouvé surrealista, ao contrário das duas vertentes anteriores, não tem origem nas questões pictóricas e plásticas: tem origem literária, como, aliás, quase tudo no surrealismo. É uma célebre frase de Lautréamont que inspirará os seguidores de André Breton: “BeauCommelarencontrefortuiteSur une table de dissection d’une machine à Coudre et d’unparapluie.” O objeto deslocado de seu contexto habitual revela a sua estranheza, a sua forma. Mas o fator determinante da substituição do quadro pelo objeto – ou não-Objeto – é o processo progressivo de abstração da linguagem pictórica que conduz à total eliminação da figura dos objetos naturais e artificiais, levada a efeito principalmente por pintores como Malevitch, Kandinsky, Mondrian etc.

A experiência suprematista de CasemirMalevitch ilustra claramente a questão: ele pretendeu exprimir em seus quadros “a sensibilidade da ausência do objeto” e chega assim a pintar um quadrado branco sobre um fundo branco. O que significa isso? Significa que, depois de eliminar a figura e o espaço fictício, o pintor se defronta com a questão fundamental da linguagem figurativa: a contradição figura-fundo. E essa é insolúvel, pois é condição Sinequa non da experiência perceptiva: tudo o que se percebe percebe-se sobre um fundo, ou melhor, perceber é destacar uma figura sobre um fundo: a percepção é figurativa. Para eliminar essa contradição (a figura do quadrado branco sobre o fundo branco) Malevitch teria que simplesmente deixar seu quadro em branco. E tampouco assim se livraria da contradição figura-fundo: o próprio quadro em branco só pode ser percebido em contraste com um fundo: a sala, o mundo. Ou seja, quando o pintor elimina totalmente, do quadro, a figura, o objeto, ele, quadro, se torna o objeto da pintura. Se não é mais possível pintar sobre o quadro, só resta pintar o quadro, como se pinta uma parede, uma porta. Esse quadro que já não contém ficção alguma, nenhum espaço virtual, é ele mesmo parte do espaço real do mundo – espaço sem transcendência, como um pedaço qualquer de tábua ou tela. Se eu crio um espaço metafórico (semântico, simbólico, ou o que for), eu sou pintor, estou fazendo pintura, mas, se desisto disso, então, o que me resta fazer diante do espaço inviolavelmente real e intranscendente da tela? Nada ou agir, isto é, usar da ação real, não-metafórica (o oposto do ato de pintar). Agir nesse caso é cortar a tela, furar a tela, queimar a tela, praticar ações “não-estéticas”, ações que buscam uma outra transcendência que não é a da pintura, a da arte, tal como a entendíamos até então. É o que fizeram Lygia Clark (com suas superfícies constituídas de fora pela justaposição das partes), ou Fontana, cortando as telas vazias e, finalmente, construindo o símbolo da morte do quadro que se encontra no MAM de Roma: uma enorme tela de plástico transparente, onde não há nada pintado, e que apenas deixa ver através dela o Chassis, o seu esqueleto de morto, porque contêm, entranhada em sua materialidade, uma carga específica de intencionada significação), não há por que insistir em usá-lo. É então substituído por outros objetos. Objetos achados – na rua, na praia, nas demolições, nas lojas de ferragens, nos supermercados-ou objetos inventados. Todos evidentemente buscando transcender a condição intranscendente de coisas que nada dizem (ou dizem a sua banalidade). E este é o problema. O problema desta forma de arte e de todas as outras: tornar-se fala poética, uma vez que, para acrescentar à vida mais banalidade, não se faz necessário o artista. A necessidade de transcender a banalidade fez nascer a arte, modo de transformação metafórica da realidade do mundo. E que, se por ser metafórica é menos que a transformação real, é também “mais”: porque a realiza de imediato e porque o faz numa direção em que a ação real jamais o Consegue. É que a arte é, como o sonho, uma linguagem, um sistema de significações e não um sistema de coisas como o mundo material. A arte do objeto é a tentativa de fazer uma arte Sem linguagem, ou uma arte em que cada obra fundasse sua própria linguagem, aqui e agora. O que é impossível.

Com essa dificuldade se defrontaram os precursores do objeto, como Kurt Schwitters que, ao perceber que seus Melzbilder já não eram pintura e que não havia razão para continuar a fazê-los em forma de quadros, entregou-se à criação do Merzbau, cuja característica principal era não ter fim, possibilitando ao mesmo tempo a integração da ação real (sair para a rua, trabalhar) com ação estética (fazer a obra), uma vez que era na rua, nos escritórios, nos correios, nas lojas por onde andava, que ele recolhia o material dessa obra sem plano e que só se concluiria com sua morte. Essa identificação da obra com a vida supria, no caso de Schwitters, a necessidade de transcendência do “banal” (o imediato, o aqui e agora) que define toda arte. Sua biografia emprestaria sentido à obra e não o contrário.

Mas, de qualquer modo, o Merzbau de Schwitters, como suas colagens ou Merzbilder, era um desdobramento da experiência cubista do papierColé, não estabelecia por isso uma ruptura radical com a linguagem artística tal como ocorreria com o urinol-fonte de Duchamp ou os objetos surrealistas. Num caso como no outro, o “encontro fortuito” do objeto fora de sua função ou contexto habitual (é o caso do urinol-fonte ou de cubos de açúcar dentro de uma gaiola) revela-nos a sua forma, até então oculta pelo hábito. Esse é sem dúvida um método “poético”, desvelador da realidade, uma vez que toda forma (de um bule, de uma planta, de uma pedra) é expressiva por si mesma, mas a sua inserção no universo cotidiano apaga-lhe, por assim dizer, a contundência, embota-lhe o fio. O procedimento surrealista nos faz ver de novo a forma apagada? Mas isso só pode ocorrer, como disse Lautréamont, pelo “encontro fortuito”: a segunda vez que eu veja uma máquina de costura sobre uma mesa de necrotério já não me causará o mesmo espanto. Noutras palavras, esse procedimento estético, que se vale da ruptura da linguagem prosaica do cotidiano, não tem possibilidade de se constituir ele mesmo em linguagem: é só ruptura. Um segundo urinol-fonte — ou outro objeto industrial – usado em circunstâncias semelhantes não causa o mesmo efeito. Certamente essa técnica não se limita à produção de ocorrências estéticas iguais ao exemplo citado, mas de qualquer modo, a experiência mostrou que suas possibilidades expressivas são limitadas: a manifestação estética que não se constitui em linguagem está obrigada a viver da “invenção”, ou seja, da sacação arbitrária desta ou daquela ideia que nada tem a ver com a anterior. Essa imposição ou limita a produção do artista a um número mínimo de obras (o que nem por isso é sinal de alta qualidade, mas apenas da esterilidade do método) ou o leva a produzir abundantemente tolices e banalidades, que nada significam ou exprimem, como amontoados de baldes de plástico, arranjos com pedaços de carvão ou de folhas secas ou pedras presas em arame, etc. Tais produtos não têm a força expressiva do objettrouvé ou do ready-made nem a riqueza simbólica ou a densidade semântica da pintura. Não são nada. E não são nada porque lhes falta principalmente uma qualidade que dá à obra de arte a sua especificidade: não conseguem se constituir em linguagem, tornar possível a interiorização, pelo artista, da matéria objetiva com que ele trabalha. O quadro MontSainte-Victoire, de Cézanne, não é um objeto exterior ao seu autor como o é a montanha que o motivou. Nessa tela, o que é exterior a Cézanne – e a nós – é a parte de trás do quadro, o Chassis, que não vemos e que não é a obra; a paisagem mesma, não, nem a pasta de tinta com que o pintor constrói a paisagem; pelo contrário, a própria materialidade dessa pasta acentua a espiritualidade da obra, a transformação, ali, na tela, da matéria em expressão humana. A obra está dentro e fora de nós, ela é nosso dentro ali fora. Nós estamos dentro e fora dela. É isso que faz da obra de arte um objeto especial – um ser novo que o homem acrescenta ao mundo material, não-humano, para torná-lo mais humano. Acrescentar objetos materiais ao mundo material não é função do artista. Aliás, não é função de ninguém. Os objetos que o homem produz sem esse propósito específico (estético) são máquinas, artefatos.

 

 

 

Seja quem você é

Coragemdeserimperfeito_CapaWEBPor Lorena Moura

Dizem que o bonito da vida são suas incertezas, é o imprevisível que faz toda a diferença e que torna a vida única. O ato de se expor ao mundo, nos torna humanos e propícios a erros, acertos, choros e risos. E é sobre esses aspectos que fala o livro resenhado desta semana, ” A coragem de ser imperfeito”, da Dra. Brené Brown, que afirma que o ato de se expor, de mostrar suas fraquezas e incertezas é a melhor definição de coragem.

O ato de errar e fracassar nos faz mal em 100% dos casos, mas segundo a doutora o ato de fugir de emoções assim, como medo, mágoa e decepção, também nos afasta e nos fecha para o amor, a aceitação e a criatividade. Ainda segundo ela, as pessoas que tentam a todo tempo não errar, perdem de experimentar sensações únicas e isso gerará a frustração.

E segundo a pesquisa da doutora, as que não tem medo se expor, tem uma maior facilidade de se abrir para o mundo, se tornando cada vez mais realizadas. Para ela, o fato de ter a coragem de se mostrar como realmente é, mesmo sendo vulnerável, é libertador e também é um ato de muita coragem, porque rompe com o que as pessoas esperam de nós.

A grande mensagem desse livro, é a seguinte: você não deve ter medo de quem você é. Não se importe com o que as pessoas acham! Viva sua vida do jeito que você quer e só assim você será plenamente feliz. Porque ter a coragem de ser imperfeito é a melhor de todas. É se libertar de preconceitos e expectativas, é viver cada dia de uma vez e não ter medo de errar, porque são os erros que nos fazem melhores. Boa leitura!

 

Lorena Moura- Jornalista

lorenamoura87@gmail.com

30 dias para mudar

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Por Lorena Moura

Já pensou se em apenas 30 dias você pudesse conseguir mudar sua relação com a comida ? E ainda de quebra perder peso e acrescentar mais saúde, qualidade de vida, aliado a uma melhora contínua no seu sono e humor? É essa a ideia de Melissa Hartwig ( nutricionista esportiva) e Dallas Hartwig (médico funcional), com o livro “30 Dias para Mudar – The Whole30”, resenhado esta semana por aqui.

Eles desenvolveram o programa Whole, onde propõem uma mudança definitiva entre o ser humano e o alimento que consome. O livro é um sucesso nos EUA e em vários outros países e já ajudou milhares de pessoas a mudarem seus hábitos alimentares.

A reeducação alimentar é um dos temas mais discutidos atualmente, até porque muitas  pessoas vem desenvolvendo doenças que estão associadas a má alimentação. O método Whole30 funciona da seguinte forma:  são cinco passos que a pessoa terá que cumprir, dentre eles a eliminação de alimentos que possam estar fazendo mal a sua saúde, como açúcares, laticínios, grãos e outros. Você irá observar como seu corpo reage a essa retirada e depois irá reintroduzir os grupos alimentares, escolhendo com bastante consciência o que quer voltar a comer de acordo com os sintomas que você observou. Não sei se funciona, me parece até um pouco radical, mas como sempre defendo por aqui, tudo acompanhando por um profissional médico pode  vir a ser benéfico. O que não vale é se automedicar e seguir um regime por conta própria.

De acordo com os autores, essa mudança na alimentação só trará benefícios a quem estiver disposto a fazer, porque ainda segundo eles, o objetivo aqui é identificar o que vem prejudicando o seu corpo e organismo, além de apresentar mais informações para as pessoas sobre o mundo da alimentação.

Os autores apresentam ainda casos reais de pessoas que seguiram o programa e tiveram sucesso. Eles relatam as principais dificuldades enfrentadas e ainda oferecem um cardápio completo para uma semana de dieta e mais de 100 receitas bastante apetitosas para você testar. Tem até drink no meio disso tudo, além de menus completos para as festas de final de ano. Boa leitura!

 

Lorena Moura- Jornalista

lorenamoura87@gmail.com

 

Cine Vulto divulga filmes selecionados!

15134790_1026952384082299_1587257580363706706_nA Escola Superior de Marketing ESM-FAMA prepara um evento que vai tirar o seu fôlego! É o Cine Vulto. Dia 07 de dezembro, véspera de feriado, às 20h30, o histórico prédio da faculdade Fama vai ficar muito, mas muuuito mal-assombrado.

O evento é gratuito e o ingresso pode ser adquirido no http://ow.ly/awMr30637RD. O Cine Vulto vai ter bandas, DJs, e, claro, um cine clube com curtas de horror, além da divulgação do trailer do longa “O Recife Assombrado”, do professor e diretor Adriano Portela.

Veja os curtas selecionados:

Ignore o Elefante na sala de estar, de Ricardo Wanderley. 

O outro lado, de Erick Inojosa, Erickson Marinho, Douglas Martins e Pedro Falcão.

Último turno, de Filipe Falcão.

Sede, de Marcello Trigo e Jhonny Oliveira.

Prenúncio, de Adriano Portela.  

 

O Cine Vulto tem apoio da produtora audiovisual Portela Produções, da agência CDF e da produtora de conteúdo TUCA.

Cine Vulto, assustador é não ir!

Serviço:

Dia 07 de dezembro.

Local: ESM-FAMA. Rua Benfica, 126, Madalena. Recife-PE.

Entrada gratuita.

Horário: 20h30

Site: http://esmfama.com.br/