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Quando o Alzheimer chega sem ser convidado

WnO5f0-DbT50qUK8ZXUBJW0x1NWEma91YuvuswDT3to,XuXjBWbF3FhkGo7bIgtTFYI7YvjZt5yhf3OJvpZk5ngPor Lorena Moura

O livro resenhado essa semana é “O diário de uma vida perdida na memória”, que conta a  história da personagem Claire, uma professora muito querida por seus alunos e colegas de trabalho, que no auge da sua vida é  diagnosticada com  Alzheimer precoce. Quando peguei o livro, fiquei com um certo medo, de simplesmente ficar triste com essa leitura. Porque eu não sei vocês, mas eu absorvo muito o conteúdo de uma obra que estiver lendo. Sejam eles relatos de narrativas triste ou positivas. Os que apresentam histórias mais densas chegam a machucar. Acredito que deve ser porque algumas vezes esses mesmos acontecimentos nos aproximam de alguma memória familiar que já vivemos.

Mas voltando ao livro, Claire vai enfrentar momentos de lucidez que vão se intercalando rapidamente com verdadeiros apagões da sua vida. E assim, Claire vai passar a registrar suas passagens importantes, em um diário dado pelo seu marido, Greg. Nele estão fatos como o nascimento de suas filhas, o dia que se encontrou com seu marido, a morte de seu pai e muito mais. E serão nos momentos de apagão que Claire irá se encontrar com um homem misterioso, que vai despertar nela uma grande paixão, mas que ao mesmo tempo vai fazer com que se sinta culpada e cheia de receio. E isso vai proporcionar ao livro uma grande e emocionante reviravolta.

É tão brutal pensar que todos nós estamos sujeitos a essa doença. Acredito que deve ser angustiante não poder controlar sua mente e não ter acesso a sua memória e as coisas que te fizeram feliz. Mas mesmo com um clima tão denso e triste, “O diário de uma vida perdida na memória”, conseguiu ser leve e sutil. Despertando ainda o fato de que devemos viver, cuidar da nossa saúde, aproveitar o presente e torcer para que o futuro seja lindo e feliz! Boa leitura!

Lorena Moura- Jornalista

lorenamoura87@gmail.com

Jeffery Deaver, o melhor do romance policial

KcagUWQ-CelD--gA6-QP0wCCmw67P4IhVLyQfVwnJhkPor Lorena Moura

Quem costuma ler a minha Coluna, sabe que meu gênero preferido é o romance policial. Não sei de onde surgiu essa minha paixonite, mas sei que virou amor e até hoje caminha ao meu lado. E se tratando desse tema, tenho meus autores preferidos, os queridinhos, que me deixam animada esperando muitas vezes anos até lançarem um novo livro aqui no Brasil. É o caso de  Jeffery Deaver, que me  conquistou desde a primeira leitura.

O mais novo sucesso é o: “ Colecionador de Peles”, que muitas pessoas vem associando a uma continuação do famoso e estrondoso “Colecionador de Ossos”, mas não se trata basicamente e unicamente de uma sequência. Esse é um livro que pode muito bem ser lido, sem seguir nem uma ordem, por mais que o autor utilize alguns assuntos referentes ao “Colecionador de Ossos” e principalmente a outro livro  da série, “Lua Fria”, mas que não afetam a leitura.

Mais uma vez, um perigoso serial killer vem espalhando medo nas ruas de Nova York . Ele é um tatuador que arrasta as vítimas para o subterrâneo da cidade, para realizar sua arte. Mas em vez de tinta, ele desenha com venenos que vão causando mortes lentas e dolorosas. E claro, que apenas Lincoln Rhyme e Amelia Sachs poderão solucionar o caso e salvar mais pessoas antes que O Colecionador de Peles faça sua próxima vítima.

Jeffery Deaver, na minha opinião é atualmente o melhor escritor do gênero. E quando ele utiliza o seu personagem Lincoln Rhyme, o detetive tetraplégico, ele se supera. Faz com que o leitor entre em estado êxtase tamanha perspicácia utilizada na sua construção. Lincoln é um verdadeiro Sherlock Holmes moderno, que além das suas deduções magnificas, faz uso da tecnologia usada na perícia forense. E quando achamos que já sabemos quem é o assassino e o que o motivou, Jeffery Deaver promove uma verdadeira reviravolta, nos deixando totalmente encantados com sua eloquência e jogo de palavras. Fora que toda vez que eu leio os seus livros, me sinto como se estivesse fazendo um tour por Nova York. Ele prende o leitor, faz com que caminhemos com ele pelas movimentadas ruas americanas, em busca de informações. Com Jeffery Deaver, a leitura se torna viciante. Indico demais! Boa leitura!

Lorena Moura-Jornalista

lorenamoura87@gmail.com

O primeiro livro jovem adulto de Sophie Kinsella

downloadPor Lorena Moura

A autora Sophie Kinsella inovou ao lançar neste segundo semestre, aqui no Brasil, o seu primeiro livro jovem adulto, “Á procura de Audrey”, que conta a história dessa adolescente que tem 14 anos, e leva uma vida normal. Mas o seu mundo começa a mudar quando ela começa a ser vítima de bullying. E o que no início se tratava apenas de uma leve implicância, vai aumentando e se transforma em um tormento para a menina. O caso vai ficando mais grave e aos poucos ela não vai querer nem mais sair de casa.

O diagnóstico? Transtorno de ansiedade social, de ansiedade generalizada e depressão. A garota é indicada a visitar um médico, e vai contar com a ajuda da Dra. Sarah,que fará de tudo para ajudar na recuperação da menina.

E como não poderia faltar em nenhum livro da Sophie, vai ter romance também. Ao conhecer um colega do seu irmão, ela vai sentir aquele velho frio na barriga e o aceleramento do coração. Com ele, a garota vai se sentir a vontade para conversar sobre tudo. Seus medos, ansiedades e sonhos. Em pouco tempo, o romance vai ficar mais sério e vai atingir toda a família de Audrey.

A obra fala sobre depressão, bullying, respeito(e também a falta dele), primeiro amor e família. Sophie Kinsella, construiu muito bem todo o enredo e os seus personagens. O livro serve de alerta para que os pais e familiares prestem mais atenção em seus filhos e também nas outras pessoas que vivem ao seu redor. Porque depressão é uma coisa séria, e merece todo o respeito e atenção para ajudar quem estiver passando por uma situação tão complicada como esta. Boa leitura!


Lorena Moura-Jornalista

lorenamoura87@gmail.com

Um livro para cozinhar e amar

images.livrariasaraiva.com.brPor Lorena Moura

Foi lançado recentemente pela V&R Editoras Brasil, o livro “Cozinhar a Dois- Cozinhar, Comer e Amar”, em uma linda e charmosa edição de capa dura. O livro é lindo! Daqueles que dá vontade de comprar logo no primeiro contato com a livraria. Trata-se de uma coletânea de receitas possíveis que podem ser executadas facilmente pelo casal, já que a proposta é que o ato de cozinhar a dois seja um momento de descontração. Então nada de receitas difíceis.

Tudo no livro chama atenção, a começar pelas fotos que são incríveis, de fazer salivar mesmo. O modo prático como as receitas são ensinadas também merecem destaque. Tanto, que até já escolhi algumas para testar em casa, elas tem tudo para abrilhantar ainda mais um jantar romântico.  O livro é uma ótima opção para se ter em casa, ou melhor, diretamente na cozinha. Vale muito a pena! Indico demais tanto para os que já sabem cozinhar, como para os que não tem tanta prática assim.

Lorena Moura-Jornalista

lorenamoura87@gmail.com

Uma verdadeira aula de história

belasPor Lorena Moura
 
Uma coisa que sempre me chamou atenção foram as histórias sobre os deuses do olimpo. Cresci  procurando saber mais sobre seus caprichos, teimosias, façanhas e amores. Esses personagens históricos conseguem despertar em nós, meros mortais uma curiosidade e uma fascinação enorme. E o livro resenhado de hoje aborda com maestria este tema. “As mais belas histórias da Antiguidade Clássica, volume 1”, apresenta diversos personagens que marcaram a história do mundo. Ao todo são três obras que completam a coleção. Clique e Confira!

Impressões sobre “A Playlist de Hayden”

espaçoPor Lorena Moura

A Novo Conceito me enviou um livreto com os primeiros oito capítulos do seu mais recente lançamento, “A Playlist de Hayden”. As minhas primeiras impressões foram as seguintes: achei a capa linda, bem singela. Mas me deixei enganar por ela, ao achar que se tratava de um romance. O ponto principal da obra é outro. Totalmente diferente do esperado. Clique e Confira!