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Jo Nesbo e a arte de surpreender o leitor a cada capítulo

lm1012Por Lorena Moura

Há um ano eu fiquei com medo de um simples boneco de neve, mas encantada por finalmente ter conhecido uma obra do autor Jo Nesbo. Agora o medinho passou e só fica a admiração e o respeito por este grande escritor. No livro “A estrela do diabo”, escolhido para a resenha desta semana, Nesbo volta com o seu fiel e humano investigador, Harry Hole. Humano porque, Harry ás vezes parece ser de carne e osso que nem a gente, porque ele erra, tem fraquezas (o álcool), se apaixona, sofre, briga… Ele dá ainda mais credibilidade a Jo Nesbo, porque faz com que em algum momento, tenhamos compaixão por este inspetor.

A fria Noruega volta a ser o lugar central. Quando uma mulher é assassinada no banheiro de sua casa, os investigadores não tem ainda nenhum motivo para suspeitar que isto seja o principio de um crime bem maior. Mas no caminhar da investigação é descoberto que um dedo da vítima foi cortado fora e um pequeno diamante vermelho em forma de estrela foi parar dentro dos seus olhos e logo em seguida mais duas mulheres são encontradas mortas e com  detalhes semelhantes aos da primeira vítima. Então toda a investigação muda e agora começa a caçada por um terrível serial killer, que deixa toda a Noruega preocupada.  

Mas desta vez, Harry Hole não é o chefe da investigação. Ela agora fica a cargo de Tom Waaler. Tudo isso porque Harry está vivendo um péssimo momento em sua vida pessoal. Sua namorada o largou, sua parceira na polícia foi assassinada e ele ainda não conseguiu achar o culpado e por isso vive se atormentando, e claro, a cada dia vai se entregando ainda mais ao seu grande vicio, o álcool. E para piorar, ele ainda suspeita que o responsável pela morte da sua parceira é o também investigador Tom Waaler. E assim o atrito  entre eles  cresce a cada dia.  Mas aos poucos Harry vai tentando ser reerguer e com o passar do tempo voltará a chamar  para si a responsabilidade pelo caso do serial killer.

O interessante e impressionante em Jo Nesbo, é que ele te surpreende a cada novo capítulo. Sempre tem uma reviravolta e ele não deixa nenhum ponto solto e sem explicação. Tudo tem um motivo e um por que.  E o ritmo que ele impõe é alucinante. Quando você acha que vai consegui deixar o livro de lado apenas para tomar uma água, ele nos apresenta uma situação diferente  e totalmente irresistível. Ai já viu né…Mais hora de leitura direta sem interrupções . Então para quem assim como eu ama um bom romance policial, este livro é uma excelente pedida. Ainda mais agora com as férias chegando e com o tempo mais folgado para colocar em dia aquela pilha de livros que espera para ser lida. Boa leitura!

Lorena Moura- Jornalista

lorenamoura87@gmail.com

Dexter e a difícil arte de conciliar o fato de ser pai e ter uma vida perigosa

download3323Por Lorena Moura

Quem acessa essa Coluna, sabe que sou fã dos romances policias, que vivo procurando novos autores que sejam talentosos e levem ao público histórias inteligentes sobre este tema. E há alguns anos atrás encontrei o autor Jeff Lindsay, que criou o psicopata Dexter, que mata apenas criminosos que a lei não foi capaz de punir, e no fim nos leva a  criar uma certa simpatia por ele. Dexter é um personagem único, criado por um autor criativo, que brinca com a nossa consciência, ao nos fazer pensar no certo e no errado. E que na maioria das vezes nos leva a conclusão de que o errado pode até ser aceito, mesmo não sendo o mais correto a ser seguido. Clique e Confira!

Patterson, e a sua arte de mexer com a imaginação do leitor

 imagemloPor Lorena Moura

Acredito que para se tentar escrever qualquer coisa é preciso criatividade. Ainda mais quando se trata de livros e do gênero policial. Porque construir um enredo que seja capaz de confundir,intrigar e mexer com a imaginação do leitor é uma demanda e tanto.

Em “Os assassinos do cartão-postal”, o autor fenômeno de vendas, James Patterson, nos apresenta um livro instigante que me fez devorar as páginas em busca de uma explicação para todos os casos apresentados nesta obra. Desta vez, Patterson escreve em parceria com Liza  Marklund, que é jornalista e escritora de ficção policial sueca. Uma parceria que deu muito certo e que em nenhum momento você acha que o livro foi escrito em duas mãos, tamanha afinidade e harmonia em tudo que é apresentado. Neste livro, Patterson nos relembra que na questão de mexer com a imaginação do público, ele é mestre  e é por isso que é tão respeitado. Clique e Confira!

A arte de se fazer único

sherlockPor Lorena Moura

A coluna de hoje é um pouco diferente porque não temos um livro específico para fazer a resenha. Vocês devem estar se perguntando, faltou livro? A resposta é simples:  Não, não faltou. O que aconteceu foi que ao arrumar minha estante, me dei conta de que um autor tem uma certa vantagem em número de obras suas que guardo com carinho,  o senhor Sir Arthur Conan Doyle, o médico e escritor inglês que criou Sherlock Holmes, um dos personagens mais atraentes e envolventes do romance policial ocupa um carinhoso espaço em minha humilde estante. Clique e Confira!

Arte. Uma filosofia de vida!

curta pernambucano, um passo a frente.

Por esses dias parei um pouco para analisar a busca das pessoas pelo prazer. A grande maioria está sempre procurando algo para satisfação pessoal e coletiva, algo que possa encher o coração de alegria e colocar para fora aquilo outrora planejado com tanto esmero. E foi nesta reflexão que percebi a arte como grande geradora disso tudo. Essa manifestação consegue mexer com sentimentos guardados. O artista, por vezes, expulsa suas criações mentais e neste exato momento outras já aparecem e vão preenchendo aquele espaço.  Clique e Confira!

Magiluth, Arte e Teatro

magiluth, arte e teatro

Eles se juntaram ainda na Universidade Federal, lá em 2004; estudaram, trabalharam, se prepararam e hoje são donos de uma linha própria de produção. O Grupo Magiluth é destaque em Pernambuco com espetáculos criativos e empolgantes. Assista aqui a entrevista! Clique e Confira!