Cobrador (a) é preciso reagir

Por: Lmar Macedo

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Amar. Amar sem medida, amar sem pressa, amar por amar. Paixonites diárias,  se apaixonar pelo que vê . Haja coração! – E desejo! Amar nem que seja por um dia, aquela pessoa que te deu um bom dia na rua. No caso de quem mora sozinho, o primeiro bom dia é do cobrador (a), figura que libera a catraca do ônibus e nos faz partir rumo aos desmundo dos proletariados. É preciso amar os cobradores (as) como se amanhã eles não existissem mais. Ainda mais agora que querem jogá-los no fim do nada, substituílos por máquinas… Patrões, donos do capital e sem coração. E o nosso bom dia? É o grande mal do capitalismo sem freio, visam o lucro e desprezam um ser humano barra de ouro – o cobrador. Quem vai negociar com o motorista a abertura da porta do meio? Eu penso no amanhã. O motorista ainda mais ocupado em observar tudo, terá estresse dobrado. Logo, fode o amigo passageiro que já está carregado notícias negativas dos jornais e monotonias trabalhistas. É o famoso transporte da boiada. Agora ainda mais parecido. Somente o motorista para levar a carga animal, a malha trabalhadora. Assim como no carro de boi, os animais entram, e vão se amontoando sozinhos. “Povo marcado, ê! Povo feliz” canta Zé Ramalho. Estou sentindo uma calmaria congelante por parte dos cobradores (as), é preciso se rebelar. Não sei se será possível, mas gostaria que esta crônica chegasse pelo menos ao sindicato dos cobradores (as) e despertasse a ira contra os patrões. Abraço!

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